Sexta-Feira, 23 de Fevereiro de 2018
CONSTRUINDO A  LogoIntersindical

É importante ressaltar que a manutenção das cláusulas da Convenção Coletiva é a única forma de impedirmos que a Reforma Trabalhista que entrou em vigor em novembro de 2017 se concretize nas fábricas, acabando de vez com nossos direitos duramente conquistados, como a estabilidade até a aposentadoria aos trabalhadores adoecidos/acidentados pelas péssimas condições de trabalho.

Portanto, companheiros nas autopeças que estão sem as cláusulas sociais, como a Eaton, Bosch, Mann, Magneti Marelli, Wabco entre outras, a hora é de se organizar e garantir direitos antes que seja tarde demais!

Em assembleia no dia 26, os trabalhadores na Valeo aprovaram o resultado da negociação entre o Sindicato e a empresa.

O acordo coletivo renova todas as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses e reajusta os salários em 2,23%.

Onde tem luta, tem acordo

Após o encerramento das negociações com o Sindipeças, que deixou os trabalhadores das Autopeças sem as garantias da Convenção, nosso Sindicato protocolou nas fábricas do setor uma pauta de negociação individual.

Inicialmente, a Valeo não concordou em negociar sem o patronal, mas com o Comunicado de Greve aprovado pelos trabalhadores em dezembro e retomada da mobilização já no início deste ano, a empresa acabou abrindo negociação com o Sindicato. E depois de várias reuniões, a empresa aceitou fazer o acordo.

Benteler também fez acordo

Contrariando o Sindipeças, a Benteler fechou acordo em novembro com reajuste de 3,5% mais a renovação das cláusulas da Convenção até 2019.

Sem direitos e sem a quem recorrer, a saída para a classe trabalhadora é fortalecer seu sindicato e se organizar coletivamente no local de trabalho

As mentiras sobre a necessidade da Reforma Trabalhista, repetidas incansavelmente pelos patrões e governos e pelos grandes meios de comunicação pagos por eles para enganar os trabalhadores, já estão sendo desmascaradas.

O desemprego não diminuiu, o nível de emprego não aumentou, os trabalhadores não estão mais “empoderados” para negociar direitos e condições de trabalho. Ao contrário: com a terceirização, o trabalho intermitente e a pejotização o trabalhador está tendo que trabalhar muito mais e recebendo muito menos, correndo mais riscos de doenças e acidentes e arcando com todas as responsabilidades sozinho, já que a reforma permite que os patrões tirem o corpo fora.

Desemprego continua altíssimo

Uma das maiores mentiras propagandeadas para acabar com os direitos dos trabalhadores era a de que a Reforma Trabalhista aumentaria o nível de emprego.

Dados do próprio Ministério do Trabalho divulgados dia 26/01 confirmam o contrário. Só em dezembro, mês em que as contratações costumam aumentar no setor de comércio e serviços por causa das festas de fim de ano, foram fechadas 328.530 vagas com carteira assinada.

Para piorar, a OIT calcula que a queda da taxa do desemprego será ridícula: de 12% em 2017 para 11,9% em 2018, e ainda assim à custa do aumento da precariedade e da informalidade. Hoje, mas de 26 milhões estão desempregados ou trabalhando por conta própria, e esse número deve subir até 2019, diz o IBGE.

Precarização também aumentou

As empresas continuam produzindo muito, contratando pouco com salário mais baixo, ou seja, continuam as demissões e os casos de um trabalhador produzindo por 2 ou 3, por mais tempo e em ritmo cada vez mais alucinante e arriscado.

É importante deixar claro que a Reforma Trabalhista não vai criar emprego para todos que foram demitidos. O número de trabalhadores nas empresas cairá drasticamente e elas só vão contratar no momento exato em que precisarem, nas condições que elas quiserem e, sem as obrigações trabalhistas, demitirão logo em seguida, livres de quaisquer responsabilidades.

Relações de trabalho: a superexploração continua

Patrões e trabalhadores têm interesses opostos, não fosse assim salários e direitos seriam facilmente negociados e com ganhos para os trabalhadores. Mas não é isso o que acontece: enquanto a concentração de renda aumenta e poucos se tornam bilionários, as perseguições aos trabalhadores e as demissões continuam.

Com a intenção de fragilizar a organização nos locais de trabalho e estimular o individualismo, a maioria das grandes empresas do setor de autopeças da nossa região, por exemplo, nem sequer renovou as cláusulas da Convenção Coletiva, que protegem coletivamente os trabalhadores.

Na Valeo, o acordo coletivo foi conquistado não pela tal comissão de fábrica, como prevê a Reforma Trabalhista, mas pela resistência e organização coletiva dos trabalhadores conjuntamente com o Sindicato.

Concentração de renda aumentou nas mãos de poucos

82% de toda a riqueza gerada em 2017 ficaram nas mãos do 1% mais rico.

Nada ficou com os 50% mais pobres em todo o mundo.

No Brasil, 5 bilionários detêm o patrimônio igual ao da metade mais pobre da população.

E se não houver resistência dos trabalhadores, organização e luta coletiva por mais salários e direitos, com a Reforma Trabalhista essa desigualdade só vai aumentar. Um trabalhador assalariado vai precisar trabalhar 19 anos seguidos para ganhar o que um super-rico ganha em um mês.

Que ninguém se engane: a única saída para a classe trabalhadora é a luta, porque toda a riqueza dos bilionários não veio do trabalho deles, mas da exploração da nossa força de trabalho desde a escravidão, de herança e da sonegação de impostos, pois eles mandam a fortuna direto para os paraísos fiscais.

Nos próximos 20 anos, 500 das pessoas mais ricas do mundo deixarão US$ 2 trilhões para seus herdeiros. Para se ter ideia de toda essa concentração de riqueza, o PIB do Brasil em 2016 foi de US$ 1,7 trilhões.

Em assembleia realizada nesta quarta-feira, dia 20, os trabalhadores rejeitaram por ampla maioria a proposta da empresa de compensação para 2018.
A Eaton retirou do calendário o Carnaval, que já é tradição, é colocou na compensação.
A empresa também não abriu negociação para emendar os feriados ao longo do ano, conforme apresentado pelo Sindicato.
A Eaton, que tem peso no Sindipeças, o sindicato patronal, não satisfeita em deixar os trabalhadores sem a Convenção Coletiva de Trabalho, porque insiste na retirada de direitos que o Sindicato não concordará, agora quer garantir seus lucros explorando ainda mais os trabalhadores com sua proposta de calendário de compensação.

Processo Mabe

Quinta, 07 Dezembro 2017 13:23

Informamos que a partir de 01/12/2017, os atendimentos que eram realizados na unidade Hortolândia estão encerrados.

A partir de 01/12/2017, todos os atendimentos serão realizados através do e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.">O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Ou pelo telefone: (11) 3882-0538

O preenchimento do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário), que era feito pelo Sindicato, também passou a ser responsabilidade da massa falida.

 

Processo Mabe

Quinta, 07 Dezembro 2017 11:32 Escrito por

Processo Mabe

Informamos que a partir de 01/12/2017, os atendimentos que eram realizados na unidade Hortolândia estão encerrados.

A partir de 01/12/2017, todos os atendimentos serão realizados através do e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. 

Ou pelo telefone: (11) 3882-0538

O preenchimento do PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário), que era feito pelo Sindicato, também passou a ser responsabilidade da massa falida. 

Maioria dos acordos contém reajuste salarial pelo INPC e renovação das cláusulas sociais

Em assembleia realizada no domingo, dia 12/11, os trabalhadores e trabalhadores em diversos grupos aprovaram as propostas patronais e puseram fim à campanha salarial nesses segmentos.
Confira:

 






Propostas aprovadas

Grupo 7 - Sindratar: 3,50%
(Climaservice, BTU Soluções, Refril, Atlas Schindler, Elecamp)
Os pisos, sem correção desde 2014, foram corrigidos em 23%.
Pisos: R$ 1.436,95 Para empresas com até 50 trabalhadores;
R$ 1.539,02 De 51 até 500 trabalhadores
R$ 1.697,64 Com 501 ou mais trabalhadores
Teto: R$ 8.558,33 (acima, valor fixo de R$ 299,54)
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses

Sindisider: 2,73%
(Aperam)
Pisos: R$ 1.403,08 Para empresas com até 50 trabalhadores;
R$ 1.500,56 De 51 até 500 trabalhadores
R$ 1.638,89 Com 501 ou mais trabalhadores
Teto: R$ 8.453,27(acima, valor fixo de R$ 230,77)
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 2 anos.

Siniem: 1,73%
(Mikrostam, Steel Estamparia)
Pisos: R$ 1.381,80 Para empresas com até 50 trabalhadores
R$ 1.484,08 De 51 até 500 trabalhadores
R$ 1.637,03 Com 501 ou mais trabalhadores
Teto: R$ 8.017,34 (acima, valor fixo de R$ 138,70)
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.

Fundição: 1,73%
(Fundituba, Axe, Fundição Harmonia)
Pisos: R$ 1.519,63 Para empresas com até 350 trabalhadores
R$ 1.808,28 Com 351 ou mais trabalhadores
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.

Grupo 2 - Sindmaq e Sinaees: 1,73%
(KSB Bombas, Lupatech)
Pisos: R$ 1.420,09 Para empresas com até 50 trabalhadores;
R$ 1.501,90 De 51 até 500 trabalhadores
R$ 1.657,80 Com 501 ou mais trabalhadores
Teto: R$ 8.392,21 (acima, valor fixo de R$ 145,18)
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.

Grupo 7 - Simefre, Siamfesp, Sinafer: 1,73%
(Amsted Maxion, Hewitt, CAF)
Pisos: R$ 1.412,38 Para empresas com até 50 trabalhadores;
R$ 1.512,70 De 51 até 500 trabalhadores
R$ 1.668,60 Com 501 ou mais trabalhadores
Teto: R$ 8.258,89 (acima, valor fixo de R$ 142,87)
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.

Grupo 7 - Sicetel e Siescomet: 1,73%
(Belgo, Villares)
Pisos: R$ 1.366,25 Para empresas com até 50 trabalhadores;
R$ 1.462,23 De 51 até 500 trabalhadores
R$ 1.613,19 Com 501 ou mais trabalhadores
Teto: R$ 8.184,00 (acima, valor fixo de R$ 141,58)
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.

Grupo 7 - Sindicel: Não teve acordo.
(Amphenol, Coppersteel, Nexans)

 

Montadoras

Toyota: 3%
Piso de R$ 2.332,00
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 24 meses.

Mercedes-Benz: 2%
Abono: R$ 2.000,00
Piso de R$ 2.506,14
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.

Honda: Abono de R$ 5.000,00
Piso: R$ 2.332,80
Renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.


Dell, Samsung, Gevisa, Itrón
Chamaram o Sindicato para negociar e fecharam acordo com 3,50% + renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.
A exceção foi a Itrón, que fechou acordo de 2,73% + renovação da Convenção Coletiva de Trabalho por 12 meses.


Propostas reprovadas
(Bosch, Eaton, Valeo, KS, Marelli, Mann)

O Grupo 3 (Sindipeças) e o Sindicel propuseram reajuste salarial pelo INPC, ou seja, 1,73%.
Porém, o Sindipeças propôs a manutenção da cláusula que trata da estabilidade até a aposentadoria apenas aos trabalhadores acidentados/adoecidos pelo trabalho que já possuem o B-91. Aos trabalhadores que vierem a adoecer/acidentar e obtiverem o B-91, após a assinatura do acordo, a garantia seja de salário OU emprego e somente por até 48 meses.

Já no caso do Sindicel a situação é ainda pior: aceitou renovar a CCT desde que sejam excluídas todas as cláusulas que conflitem com a nova legislação que entrou em vigor com a reforma trabalhista. Por exemplo: adicional noturno, que hoje pela CCT é de 50% e passaria a 20%; licença maternidade, que hoje pela CCT é de 180 dias e passaria a 120 dias; B-91, que pela CCT é até a aposentadoria, passaria a 12 meses.

Hoje foi mais um Dia Nacional de Luta contra a reforma trabalhista dos patrões, que querem massacrar os direitos dos trabalhadores

Desde a madrugada desse dia 10 de novembro os trabalhadores de diversas categorias e regiões do país realizaram manifestações, assembleias com atraso na produção, passeatas, em mais um momento da luta contra a reforma trabalhista que os patrões, a partir de amanhã, tentarão colocar em prática, o que significará um massacre aos direitos dos trabalhadores.

E, para impedir esse ataque brutal contra os direitos, a luta tem que ser diária e se fortalecer em cada local de trabalho, pois só dessa forma vamos conseguir manter os direitos que foram duramente conquistados.

As manifestações de hoje fazem parte dessa luta, que tem que extrapolar as cercas da categoria e se transformar em mobilizações do conjunto da classe trabalhadora, pois é na greve geral que vamos impedir o ataque aos direitos, salários e direitos.

Em Campinas e região/SP, assembleias e atraso na produção: os metalúrgicos de Campinas e região organizados com o Sindicato/Intersindical realizaram assembleias com atraso na produção nas empresas John Deere e Hitachi em Indaiatuba. Também aconteceram assembleias nas empresas Fundituba e Gevisa.

Há cem anos atrás, na distante Rússia, mulheres, homens, jovens trabalhadores, pararam as fábricas, foram às ruas em grandes e intensas marchas, lutavam por pão, terra e paz. Milhares dos seus estavam morrendo no front de uma guerra provocada pelo Capital, outros milhares morrendo por causa do fome provocada pelo mesmo Capital.

Essas mulheres e homens trabalhadores foram além da reivindicação do pão, da terra para plantar o alimento, do fim da guerra: ocuparam as fábricas, criaram sovietes, ou seja, formas independentes de organização operária, avançaram de uma greve geral, para uma insurreição e fizeram uma Revolução Socialista, socializaram os meios de produção e de conhecimento.

Os meios de dominação do Capital ao longo desse século fizeram de tudo para tentar esconder a verdadeira história e a importância da Revolução Russa para a classe trabalhadora mundial. Atacar a Revolução e suas conquistas era condição para continuidade e expansão do Capitalismo exterminar qualquer outra forma de organização da sociedade que não tivesse como base a exploração. Para isso potencializaram a degeneração daqueles que abandonaram os princípios da Revolução e principalmente fizeram de tudo para exterminar a rica experiência que os trabalhadores foram capazes de produzir: socializar os meios de produção que até então estavam nas mãos daqueles que se apropriaram da riqueza produzida pela classe trabalhadora.

Nesse mesmo ano, vindos de diversas regiões do mundo, principalmente da Europa, nos encontramos como classe trabalhadora no Brasil, sofrendo com as intensas jornadas de trabalho que chegavam à 16 horas diárias, sem a mínima proteção à saúde e à vida, com salários extremamente arrochados, parindo nossos filhos dentro das fábricas e com nossas crianças sendo obrigadas a trabalhar.

O pavio da revolta também se acendeu aqui e fomos capazes de construir uma greve geral que paralisou a cidade de São Paulo por 45 dias. Foi a partir dessa intensa luta, parando as máquinas e a produção de valor que começamos a garantir os direitos que hoje estão sendo ameaçados.

A história da classe trabalhadora é a história de suas lutas, embora o Capital, seu Estado e seus meios de dominação ideológica tentem sequestrá-la de nós. Fazem isso para tentar enganar as gerações herdeiras dessa intensa luta, para que não busquem seu lugar de pertencimento, para que não se reconheçam como classe trabalhadora, para que, alienados no espaço privado do trabalho, pensem cada qual em si e se submetam a exploração de cada dia.

Mas eles não conseguiram apagar nossa memória coletiva, nem destruir todas as conquistas das lutas de um século atrás.

E nesse 2017 há muito pelo que lutar. O Capital e seu Estado querem mais do que a implementação de suas reformas trabalhistas e da Previdência, querem mais do que acabar com os direitos garantidos através da luta de gerações que vieram antes de nós: querem atacar a Organização independente e comprometida com os trabalhadores.

Querem atacar as Organizações da Classe Trabalhadora que não sucumbiram à conciliação de classes com aqueles que se fartam em seus banquetes às custas do aumento da violência, da fome e da morte de parte significativa de nossa classe.

A melhor forma de manter viva nossa memória, de honrar nossa história e de garantirmos a nós e as gerações que ainda virão novos outubros repletos de sol e de luz é não fugirmos daquilo que os que nos exploram e oprimem mais temem: nos reconhecermos como classe trabalhadora, produtora de toda riqueza e, unidos, nos colocarmos em luta por nenhum direito a menos e por uma outra e nova sociedade, que seja de igualdade, que seja socialista.

 

Data Base 2017

Sexta, 27 Outubro 2017 12:56

Autopeças: trabalhadores mobilizados em defesa da convenção e por aumento real nos salários

Pior que os demais grupos, que chegaram a propor reajuste salarial pelo INPC e renovar a Convenção Coletiva, o Sindipeças até agora alem de não apresentar propostas com ganho real quer retirar 

cláusulas importantíssimas da Convenção que garantem mais direitos conquistados ao longo de décadas de lutas da categoria. 

A tática dos patrões desse setor que se recusa a renovar a CCT é aguradar a vigência da lei sobre a Reforma Trabalhista no dia 11 de novembro, para então bombardearem com mais facilidade os nossos direitos.

Confira abaixo  como anda a mobilização dos trabalhadores em algumas empresas desse Grupo.  

E prepare-se para engrossar a luta na sua fábrica. 

 

KSPG (Nova Odessa)
Na assembleia geral do dia 25/10, os trabalhadores aprovaram o comunicado de greve em defesa da Convenção Coletiva de Trabalho e por aumento real de salário.
A empresa agendou reunião para 01/11 às 14h.


Benteler (Campinas)
Em assembleia realizada no dia 26/10, os trabalhadores reprovaram 3,5% de reajuste salarial.
Na proposta, a empresa concorda em prorrogar o acordo coletivo até 2019. 

Observação: na data-base de 2016 foi realizado acordo fora do Sindicato Patronal. Na ocasião, a Convençõ Coletiva de Trabalho 2016-2018 foi renovada por 24 meses.


GKN (Hortolândia)
No dia 27/10, os  trabalhadores pararam  a produção para pressionar a empresa a abrir negociação sobre a data-base 2017.


Valeo (Campinas)
Em assembleia realizada no dia 27/10, os trabalhadores votaram para que a empresa abra negociaão sobre a data-base 2017.
Em caso de negativa da empresa, já manifestaram por votar o comunicado de greve.

 

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